Procuramos um Amor,
não precisa ser daqueles de novelas,
pode ser um bem simplesinho,
um desses que existem por ai,
daqueles que a gente treme ao ouvir a voz,
que a gente esquece a panela no fogo só de lembrar,
um pequeno Amor só queremos isso.
Não precisa de dinheiro,
tão pouco carro novo ou coisas do tipo,
podemos caminhar a pé na calçada dos sonhos,
queremos ouvir esse Amor bater em nosso peito,
queremos sentir as batidas fortes dentro de nós,
queremos compartilhar os momentos com ele,
queremos ser o cobertor nas noites de inverno,
queremos ser o ouvinte nas noites de papo,
queremos acender a fogueira nas noites de São João,
queremos um Amor comum mesmo.
Um simples e legítimo Amor,
desses que dizem existir por ai,
quem sabe até exista mesmo,
já lemos tanto sobre esse Amor,
se tanta gente fala dele é possível que seja verdade,
então procuramos, aqui, ali em todos os lugares,
deve estar bem escondido,
deve ser bem guardado,
em um desses cofres com senhas gigantes,
com travas codificadas.
Não desistimos e continuamos a procurar,
com o passar do tempo percebemos algo nas outras pessoas,
sentimos que tem tanta gente que procura esse mesmo Amor,
a questão é que somente procuram um Amor para si mesmo,
e esquecem-se de destravar seu próprio coração,
colocam um código nele tão complicado que se esquecem qual era,
esquecem de preparar a terra de sua alma para o plantio,
e quando alguém semeia a semente do Amor em nossa vida,
muitas vezes estamos inférteis, estamos despreparados,
e não percebemos a felicidade bater,
achamos que era somente decepção, “não era para dar certo”,
então continuamos a procurar,
continuamos a busca pelo tão sonhado Amor.
Um dia cansaremos dessa busca insólita,
o tempo não nos deu trégua e não nos esperou,
trouxe com ele as rugas que irão predominar em nossa alma,
vemos quanto tempo perdemos procurando o bendito do Amor.
Não busque o Amor,
ele está nos procurando,
esse Amor o tempo todo nos busca,
o tempo todo tenta entrar em nossas vidas,
e muitas vezes já está nela,
mas nossa ganância de querer o Amor dos sonhos não nos deixa sentí-lo,
o que precisamos fazer é destravar as amarras de nossa alma,
nos despir de nossa capa,
deixar a proteção de nossos sonhos e viver nossa vida,
basta viver,
e acreditar que o Amor é bem simples,
tão simples que às vezes é difícil de percebê-lo,
então fiquemos em silêncio,
e se prestar atenção ouvirá que ele está nos chamando.
não precisa ser daqueles de novelas,
pode ser um bem simplesinho,
um desses que existem por ai,
daqueles que a gente treme ao ouvir a voz,
que a gente esquece a panela no fogo só de lembrar,
um pequeno Amor só queremos isso.
Não precisa de dinheiro,
tão pouco carro novo ou coisas do tipo,
podemos caminhar a pé na calçada dos sonhos,
queremos ouvir esse Amor bater em nosso peito,
queremos sentir as batidas fortes dentro de nós,
queremos compartilhar os momentos com ele,
queremos ser o cobertor nas noites de inverno,
queremos ser o ouvinte nas noites de papo,
queremos acender a fogueira nas noites de São João,
queremos um Amor comum mesmo.
Um simples e legítimo Amor,
desses que dizem existir por ai,
quem sabe até exista mesmo,
já lemos tanto sobre esse Amor,
se tanta gente fala dele é possível que seja verdade,
então procuramos, aqui, ali em todos os lugares,
deve estar bem escondido,
deve ser bem guardado,
em um desses cofres com senhas gigantes,
com travas codificadas.
Não desistimos e continuamos a procurar,
com o passar do tempo percebemos algo nas outras pessoas,
sentimos que tem tanta gente que procura esse mesmo Amor,
a questão é que somente procuram um Amor para si mesmo,
e esquecem-se de destravar seu próprio coração,
colocam um código nele tão complicado que se esquecem qual era,
esquecem de preparar a terra de sua alma para o plantio,
e quando alguém semeia a semente do Amor em nossa vida,
muitas vezes estamos inférteis, estamos despreparados,
e não percebemos a felicidade bater,
achamos que era somente decepção, “não era para dar certo”,
então continuamos a procurar,
continuamos a busca pelo tão sonhado Amor.
Um dia cansaremos dessa busca insólita,
o tempo não nos deu trégua e não nos esperou,
trouxe com ele as rugas que irão predominar em nossa alma,
vemos quanto tempo perdemos procurando o bendito do Amor.
Não busque o Amor,
ele está nos procurando,
esse Amor o tempo todo nos busca,
o tempo todo tenta entrar em nossas vidas,
e muitas vezes já está nela,
mas nossa ganância de querer o Amor dos sonhos não nos deixa sentí-lo,
o que precisamos fazer é destravar as amarras de nossa alma,
nos despir de nossa capa,
deixar a proteção de nossos sonhos e viver nossa vida,
basta viver,
e acreditar que o Amor é bem simples,
tão simples que às vezes é difícil de percebê-lo,
então fiquemos em silêncio,
e se prestar atenção ouvirá que ele está nos chamando.
Intuitiva como o ancião que prevê o fim,
intuitiva como a mãe e sua criança
que se enxergam pelo coração
como o amante que prevê a rejeição
Característica dos passionais
dos sanguíneos que só vivem os meios
e pouco sabem sobre os finais
Não há tempo para o gótico
que o dia nasce e há algo lá que
antes não havia, impressão indelével
que transcende cheia de magia...
Quando o anjo do Senhor assopra
"novidade de vida"!
Isso apura meus sentidos e ouvidos,
as pálpebras se abrem em flor
pr'alma inserida, totalmente possessa
pelo espírito metafísico da intuição
Nessas hora é tão bom ser mulher, ser sensível e espiritual.Há suas vantagens!Bjs e bom domingo!
O Prazer de Viver
Adormecer do sol diário.
Pontilham luzes no horizonte longínquo.
Os sons imperativos do cotidiano dão lugar
aos murmúrios da natureza.
A tensão nervosa das emoções dá lugar
a uma suave sensualidade.
O calor incômodo do transcorrer do dia
dá lugar à brisa fria
que cria mornidão agradável.
O ar mais rarefeito
adentra com maior facilidade
os pulmões, alimentando o coração.
Uma satisfação, a principio oculta,
quer vir à tona, quer desabrochar em vida.
Sentimentos divididos se organizam
num seguro vivenciar sensorial.
Corpo e espirito parecem estar tão próximos...
Aconchego da alma no casulo corporal.
As sobras do crepúsculo tingem
de um sombrear dourado toda a paisagem.
Abandona-se à individualidade para se perder
numa confortável impessoalidade.
Finge perder-se de si, mas é posseiro
da própria integridade.
Sente afinidade com o universo sem ser
seu dono ou ter sua posse.
Estranha liberdade.
Identifica-se com os sonhadores
que se hospedam nas suas torres de marfim.
Nuvens rarefeitas dão um tom pessoal
à crepuscular pintura celeste.
O coração pulsa forte, parece dominado
por ingênua felicidade, por estar vivo.
O lado impalpável do ser se confraterniza
com sua face tangível.
Santificado suor denuncia a inquietação
das correntes sangüíneas, sente-se saudável.
A epiderme sente o afeto da harmonia do momento,
suaves caricias da natureza.
Os músculos preguiçosos
descansam sobre a estrutura óssea do corpo.
Abandona toda memória
para viver exclusivamente o presente.
Despoja-se das responsabilidades
e das velhas culpas.
Torna-se leve, identifica-se com a pluma
a planar nas correntes de vento.
Cercado por silêncio particular
parece ouvir sonora voz
a contar-lhe íntimos segredos.
Nunca a intimidade, foi tão integral.
Desapareceram as dúvidas,
torna-se dono de certezas.
Nasce a noite, a principio
apenas espreita no horizonte,
para depois abrir o seu manto.
Tecidos de seda, de eterelidade sensual,
de sedutora transparência.
O prazer é saudável, é reconhecimento de vida.
Desejava tocar com os lábios as faces da noite.
Envolve-se pelo conjunto de tudo,
passa a fazer parte, integrar-se.
Mergulha em si mesmo, para descobrir o todo
que o cerca e está feliz por isto.
A cidade acorda sob o céu estrelado,
Luzes cintilam por todo o lado,
Sob uma noite descoberta,
Num lugar onde a realidade e a fantasia se confundem.
Onde a magia, opera os seus pequenos milagres.
A cidade desperta...
Sob o riso das pessoas
Que deixam-se levar,
Por este lugar mágico
Onde todos os sonhos ganham asas
E todas as esperanças renascem
E mantêm-se vivas, na alma das pessoas.
Não há desilusão...
Apenas ilusão do que querem viver,
Mesmo que por fingimento.
A vida torna-se suportável
E merecida de ser vivida...
Mesmo que por breves momentos apenas.
A cidade acorda... sob a luz da lua,
Para voltar a adormecer... assim que amanhece!
Luzes cintilam por todo o lado,
Sob uma noite descoberta,
Num lugar onde a realidade e a fantasia se confundem.
Onde a magia, opera os seus pequenos milagres.
A cidade desperta...
Sob o riso das pessoas
Que deixam-se levar,
Por este lugar mágico
Onde todos os sonhos ganham asas
E todas as esperanças renascem
E mantêm-se vivas, na alma das pessoas.
Não há desilusão...
Apenas ilusão do que querem viver,
Mesmo que por fingimento.
A vida torna-se suportável
E merecida de ser vivida...
Mesmo que por breves momentos apenas.
A cidade acorda... sob a luz da lua,
Para voltar a adormecer... assim que amanhece!
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